segunda-feira, 10 de novembro de 2014

De repente 40: dia 2 (09/11)

Já na primeira perna em direção ao Villa Lobos percebi que a coisa estava fácil DEMAIS pra pedalar, tipo um motor de popa na bike.... aiaiai sinal de volta sofrida. E assim foram os 90k: à favor do vento a 40-42km/h e no contra a 25-26km/h. No final das contas eu estava BEM exausta, senti o urso escalando minhas costas e ainda tinha os 16k pra correr.

Alonguei, me hidratei bastante, tomei meu gel, dei aquele tempo pra descansar as pernocas mas saí pra correr quebrada.

Determinada a minimizar o déficit do desafio:


Minha meta era ir até o Villa, tomar mais um gel ao lado do bebedouro, dar mais um tempinho e voltar. E assim fiz, consegui mandar 10k para a conta. Acho até que saí no lucro. Consegui chegar em casa, almoçar e desmontar no quintal, solzinho delícia e bem merecido!



Então o saldo do dia foram 90k de pedal + 10k de corrida.
Saldo do Desafio de repente 40:
Natação: 2.5k
Pedal: 90k
Corrida: 22k


Agenda de treinos para 10/11

Para hoje temos "apenas natação", vou chegar na Sumaré Sports por volta do meio-dia e vamos tentar a maior metragem possível. Monikéeeets, que bom que você está de volta!!!

Agenda de treinos para 11/11

6h: corrida no Parque da Água Branca
7:30h: natação na Sumaré Sports
12h: pedal na ciclovia



domingo, 9 de novembro de 2014

De repente 40: dia 1 (08/11)

  O planejado seria viajar no sábado de manhã para Ubatuba, ficar de papo pro ar o dia inteiro e no domingo fazer os 100k do Granfondo. Como recebemos a notícia do cancelamento de madrugada, fiquei meio desanimada. Mas logo recebo uma mensagem da treinadora: "já que não teremos a prova, pra você tem transição de 90k de pedal e 16k de corrida". Ui!!! Então resolvi adiantar algumas quilometragens do desafio com corrida e natação bem de leve, já que no domingo teria a pancada de 90k + 16k. Como foi tudo resolvido de última hora, nem deu tempo de avisar ninguém, nem eu sabia direito o que ia fazer (ou onde). 

  Então este foi o resumo do primeiro dia: 12k de corrida e 2.5k de natação (o Garmin resolveu travar bem na hora da natação, damn it). 



Programação de domingo (09/11)

Ciclovia às 10:30. Começo da ponte da Cid Universitária, dou 2 voltas no trecho Villa Lobos-Vila Olímpia, atravesso o rio, volto pra ciclovia do outro lado da interdição, faço mais 2 voltas no trecho Vila Olímpia-Jurubatuba. Por volta de 13:30-14:00 vou correr os 16k pela região do Villa Lobos, sempre incluindo o parque nas voltas pra poder beber água. Vou estar com o celular no pedal ouvindo música, se alguém se animar me avisa!




sábado, 8 de novembro de 2014

De repente 40!



É chegada a hora de entrar nos “enta”... passei pelos “inte”e “inta” sem me dar conta e quando acordei já estava aqui. Minto, logo ali. Dia 20 de novembro completo 40 anos, me sinto muito bem com esta idade, aliás, melhor hoje do que quando tinha 20. A única diferença, que eu sinto, é que quando eu ia pra balada na faculdade, láaaa em São Carlos, via o sol nascer, voltava pra república, tomava um banhão e ia assistir aula de Cálculo Numérico SEM PESCAR. Hoje preciso de uns 3 dias pra me recuperar de uma noite mal dormida. E as viagens? Viajar com o time de handebol, dormir no chão da escola da cidade, sem chuveiro quente, aguentar os malucos bebendo até tarde e depois ficarem de sala em sala gritando “ninguém vai dormir”, era tudo festa. Hoje não viajo sem reserva no booking.com com pelo menos 1 mês de antecedência e com excelentes recomendações dos hóspedes, principalmente chuveiro quente, cama limpinha, travesseiro confortável... Enfim, o tempo passa, algumas coisas mudam para melhor, outras para pior, mas uma coisa não muda: minha paixão pelos esportes. Então este ano, tão especial para mim, queria fazer uma viagem inesquecível e realizei um sonho: pedalei por dias pelos campos floridos, ensolarados e cheios de castelos lindíssimos do Vale do Loire e vi a chegada do Tour de France em Paris, na Champs Elysées.


E agora, a partir de hoje até o meu aniversário no dia 20, gostaria de pedir a ajuda dos amigos para me acompanharem numa maratona de treinos comemorativos, as metragens serão: 40 km de corrida (é pouquinho porque estou sarando de uma tendinite), 440 km de ciclismo e 40 km de natação. O mais pesado será a natação, tomara que meu braço não caia. Para comprovar que estou cumprindo as distâncias, vou ter de cometer um pecado mortal: tirar foto do meu Garmin e postar, então peço desculpas desde já aos que abominam esta prática. Domingo agora já terei a companhia do pessoal da Planet nos 100k do Granfondo em Ubatuba. Não sei que horas, meu Deus, vou conseguir treinar tudo, mas vamos com fé, acho que dá! Vou avisando meus treinos (local e horário) por aqui e com re-post no Face para quem puder (e estiver a fim) me acompanhar! Help!




quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

E lá vamos nós!

Notícias do front

Meu segundo semestre na faculdade começou de verdade agora que passou o carnaval, que maravilha! Estamos tendo matérias fantásticas, bom, pelo menos para mim que sou uma curiosa insaciável sobre tudo o que envolve atividade física, esporte, saúde, ciência, etc.

Nossa grade de horário na FMU neste segundo semestre  possui as seguintes matérias: Basquete, Futebol, Habilidades Gímnicas Axiais, Natação, Fisiologia do Exercício, Bioquímica, Genética, Anatomia, Psicologia e Filosofia. Em qualquer curso que a gente faz nessa visa, é normal ter todo tipo de professor: um professor enxaqueca, um FDP, um mal amado  (às vezes os astros entram em conjunção, onde o portal de Hades, o deus das regiões infernais, se abre e todas essas características se reúnem numa pessoa só), mas nada como levar tudo, literalmente, na esportiva, já que estamos numa faculdade de Educação Física, e fazer piadas terríveis, colocando apelido no chato e dando muita gargalhada com a turma. Mas a maioria esmagadora dos professores, felizmente, é do bem e cada aula é um deleite.



Triathlon, aqui me tens de regresso

 No semestre passado, minha vida entrou numa revolução total e fiquei sem treinar quase nada, minhas prioridades eram a faculdade e, logicamente,  o trabalho (afinal de contas, o investimento numa faculdade é alto). Senti muita falta dos treinos, dei uma engordadinha básica, mas sem dramas. Este semestre, com minha vida mais organizada, estou conseguindo encaixar uma horinha de exercícios todas as manhãs, com exceção dos sábados e domingos, onde faço umas 3 horas... ou não! Se eu estiver muito cansada, enfio o pé-na-jaca, acordo ao meio-dia e passo a outra metade dele em estado vegetativo-contemplativo.


Para voltar de vez a treinar com uma certa constância, resolvi me inscrever no Troféu Brasil de Triathlon  na distância short, que será em Santos, dia 17/03. Vamos ver como estamos depois de um bom tempo parada. Já até sinto o friozinho na barriga, ui!

Ah, mas você está curioso, ou curiosa, que eu sei... quer saber que raios de aula é essa de "Habilidades Gímnicas Axiais" não é? Duas coisas posso garantir sobre ela: 1- é louca e 2- é legal. E basta.  Segredo de quem faz Educação Física na FMU...não, brincadeira, quando chegar o momento, vou colocar aqui no blog um vídeo do nosso trabalho em grupo.

Por hora vou sendo apresentada, nas aulas de anatomia, aos 106 ossos que temos apenas se consideradas as mãos e os pés! Vou aprendendo, na aula de Fisiologia, que está tudo interligado, mexeu num sistema do organismo, causa impacto em todo o resto, para o bem ou para o mal. Já escolhi meu bichinho de estimação para as aulas de Genética, um gene chamado ACTN3 e vou suportando bravamente a chatice da aula teórica de futebol, onde o professor manda cuspir o chiclete, sentar direito, tirar o boné e responder "presente" ao invés de "aqui" na chamada.

Livro da vez

Li a biografia I'm Here to Win, do Chris McCormack, triatleta australiano que ganhou 2 vezes o campeonato mundial de Ironman do Hawai e acho que todos os títulos possíveis de se ganhar no triathlon na distância olímpica. O livro tem umas passagens muito legais sobre quando ele começou a carreira dele, quando morou e competiu na Europa e depois a guinada e foco na distância Ironman. Suas estratégias de manipulação psicológica dos adversários também são interessantes. Vale a pena ler, mas é um livro um pouco repetitivo e cheio de informações inúteis, poderia ter metade do total de páginas.

Agora peguei a biografia da Chrissie Wellington, A Life Without Limits. Ela foi um dos maiores fenômenos que apareceram na história do Ironman, simplesmente ganhou todos que disputou. Surgiu do nada, sem passado atlético e começou a preocupar os homens da competição, as mulheres não eram páreo. Se aposentou no auge no ano passado. Ela escreve sozinha  (sem ghost writer), o que estou achando um grande erro, porque, apesar de ela escrever bem, não tem ritmo narrativo e a leitura está um verdadeiro porre. Vamos ver se, com um pouco de leitura dinâmica, a coisa melhora. No próximo post espero já ter terminado e conto alguns detalhes interessantes sobre ela.

Na fila de livros estão: "O Leão da Toscana" do Gino Bartalli, que conta a história deste ciclista incrível, herói da Segunda Guerra, salvou muitos judeus das garras nazistas na Itália. Levava documentos falsos no quadro da bicicleta por mais de 200km e entregava para os judeus escondidos em Assis. Depois tenho o livro de outro ciclista, só que o outro lado da moeda, o lado negro: " The Secret Race", escrito por Daniel Coyle, narra confissões do ciclista Tyler Hamilton sobre doping, dizem que é bombástico, a ver.

Inscrição confirmada

E eis que acaba de chegar a confirmação da minha inscrição do Troféu Brasil, e lá vamos nós!










segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Novo começo

  Uma das minhas resoluções para o ano novo de 2013 seria escrever, pelo menos, um novo post por mês no meu querido blog Tripateta. Antes que janeiro acabe e eu complete o meu centésimo “amanhã eu faço” do ano, vamos lá!

  Faz muito tempo que eu não escrevo e, portanto, muita coisa aconteceu no meu mundinho triatlético. Mas vamos soltando as novidades aos poucos.

  Em primeiro lugar, eu gostaria de dizer que tomei coragem e voltei a estudar! Em agosto de 2012 iniciei minha segunda graduação! Estou fazendo faculdade de Educação Física na FMU, aqui em São Paulo. Trabalho durante o dia, mais faculdade à noite é igual a... cansaço generalizado, mente e corpo, mas feliz até os ossos. Não sobra muito tempo para treinar triathlon, mas dou uma nadadinha aqui, uma pedaladinha ali, uma corridinha acolá e vamos levando.

  Tive muita sorte de cair numa turma maravilhosa, que ama esportes em geral e meus receios de ter de suportar uma turma de pré-adultos-universitários-cabeça-oca-pentelhos-maletas foram divinamente infundados. Muitos da nossa turma são mais velhos e estão na sua segunda-graduação, como eu e, ouso dizer, demos o tom de seriedade e a turma veio junto na medida do possível. Claro que com algumas excessões. Normal.

  Cada aula que tenho é um imenso prazer, este semestre que passou estudamos Crescimento Humano, Anatomia, Handball, Histologia, Atletismo, Primeiros Socorros, Natação, etc. e com professores super-renomados e competentes (excessões aqui de novo e normal, de novo).

  Sou analista de sistemas, profissão que tenho desempenhado desde 1997, portanto há 16 anos, com muito capricho e dedicação. É um trabalho mentalmente desgastante, requer extrema concentração e raciocínio lógico. Tem sido muito gratificante atuar nesta área, mas é chegada a hora de mudanças. Na maioria das vezes, sabemos que precisamos mudar, mas conforme ficamos mais velhos, vamos ganhando um comodismo rançoso, do qual eu sempre tive pavor. Enquanto tiver energia vital neste corpo, alegria de viver e vontade de ser, cada dia, um tantinho mais feliz ainda, eu vou correr atrás.

  Foi com essa gana, e talvez coragem, de recomeçar uma carreira profissional que terminei o primeiro semestre com a maioria das notas oscilando entre 9 e 10. A menor, 8.5. CDF? Oh yes, estudei feito louca (alegre), com orgulho.

  Diferente da maioria dos meus posts, em que não levo nada a sério e debocho de tudo e de todos (inclusive amigos), esse vai saindo mais careta. Mas tudo bem, é só para desenferrujar a escrita e tirar o pó das idéias.

  Ok, ok, só uma gracinha: ontem aprendi a andar de SUP num mar chatinho, cheio de marolinhas na praia de Paúba, litoral norte de São Paulo. Quem assistia a cena da praia deve ter dado boas gargalhadas do festival de quedas, para os lados, para a frente, de peixinho cai pra trás, sim, era praticamente o ilariê, ô ô ôooooo, tchibum. Professor fera, paciente, com incentivos pegando no ponto fraco: “triatleta desistindo? triatleta cansada?” ughhh de volta pra prancha e, de novo, água. Depois de um BOM número de tentativas eis que fico em pé, uma remada, duas remadas (já na diagonal), três remadas (com uma perna no ar e outra no SUP) e voilá, tchibum. Once again. No final das contas, consegui remar bastante em pé, mas eu considero que tenho “unfinished business” com o SUP, me aguarde! 

 Feliz 2013 a todos!